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Focos de queimadas em Rondônia aumenta 33% em comparativo dos anos de 2016 e 2017

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Focos de queimadas em Rondônia aumenta 33% em comparativo dos anos de 2016 e 2017
 
Ao todo foram registrados 1.280 focos de calor em julho deste ano. No mesmo período do ano anterior foram registrados 960, em todo o Estado.
 
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Os focos de queimadas registrados em Rondônia aumentaram 33% de acordo com comparativo do mês de julho dos anos de 2016 e 2017. De acordo com dados da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam-RO), foram contabilizados 1.280 focos em julho deste ano, contra 960 no mesmo período do ano passado. Este aumento de acordo com a Sedam se dá em virtude das altas temperaturas e falta de chuvas neste período do ano. Outro fator que contuibui para o aumento do índice de queimadas são a prática agrícola , de limpeza de pastos e outras atividades associadas.

Segundo os dados fornecido pela Secretaria de Desenvolvimento Ambiental o município que apresentou maior número de ocorrências foi Porto Velho, onde foi registrado 613 focos de calor, seguido por Nova Mamoré com 138, Candeias do Jamari com 80, Cujubim 54 e os demais municípios registraram números abaixo de 30.

Reclamação
A fumaça das queimadas incomoda os moradores da Capital, que obteve maior número de ocorrências. A dona de casa Lúcia Carlos, 60 anos, diz que os momentos mais críticos são no fim de tarde. “A fumaça toma conta da cidade. É impossível sair de casa para fazer caminhada ou levar as crianças na praça, por exemplo. Fica insuportável o cheiro e a intensidade da fumaça”, relatou.

Estudante Maria Luíza, revela que é comum ver os focos de queimadas ao longo da BR 364. “Se tornou uma cena comum ver fogo intenso na extensão da BR 364 entre Porto Velho e Candeias. As pessoas deveriam ter um pouco mais de consciência nesse período do ano. Sabemos que a chuva é escassa e que o fogo se espalha rapidamente”, disse.

Período chuvoso

De acordo com a Sedam as chuvas começam em setembro, mês este considerado período de transição da seca para o inverno amazônico, e com isso a previsão é que os focos de incêndio diminuam.  O período chuvoso na Amazôniza deve seguir até o mês de maio de 2018.

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