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Preocupada com repercussão negativa, Energisa emite Nota de Esclarecimento

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Com relação à matéria intitulada “Energisa continua sendo criticada por sua atuação abusiva em Rondônia”, veiculada no Jornal Correio de Notícia no dia 23 de agosto, a falecida Ceron esclarece os seguintes pontos:

Nota de Esclarecimento

A Ceron, empresa do Grupo Energisa, verificou o caso citado na reportagem e identificou que a unidade consumidora tem tido um aumento gradual no consumo de energia elétrica, especialmente, no período de maio a agosto de 2019. À pedido do cliente foram realizadas duas vistorias no medidor, em 12/04/2019 e em 16/08/2019; e não sendo encontrados irregularidade ou defeito no equipamento.

É importante esclarecer que, além do consumo mensal, a conta de energia elétrica traz o custo da compra de energia elétrica, os impostos estaduais, municipais e federais e os encargos setoriais. Numa conta de R$ 100, por exemplo, apenas cerca de R$ 20 ficam com a Ceron/Energisa.

Ressalte-se ainda que nos últimos dois meses, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) determinou a cobrança adicional das bandeiras amarela em junho e vermelha em julho de 2019. Isso significa que o custo da energia elétrica subiu nesse período. Sendo R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos em julho e de R$ 4,00 para cada 100 quilowatts-hora em agosto. Por isso, é fundamental que o cliente acompanhe a evolução do seu consumo todos os meses. No site da Energisa é possível encontrar um simulador de consumo que pode ajudar nesse controle.

Outras informações e solicitações de serviços também estão disponíveis no http://www.ceron.com.br e nas redes sociais Facebook – @energisa – Twitter: @energisa, inclusive com o registro de número de protocolo de atendimento.

Relembre o caso: CLIQUE AQUI e confira.

Acontece que, as reclamações são recorrentes e com freqüência. Infelizmente, a empresa subsidiária não assume sua responsabilidade e como podem ver na nota, joga a culpa no governo. O cidadão e consumidores brasileiros, além de pagarem todos os impostos, tributos, contribuições, taxas e os lucros das empresas, paga também como contribuinte os próprios impostos e gastos que seriam de responsabilidade da “empresa”.

Fachada do Supremo Tribunal Federal. Brasilia, 26-10-2018. Foto: Sérgio Lima/Poder 360

Amparados na suposta inconstitucionalidade – ou ilegalidade – desses atos, diversos Tribunais vêm decidindo que os consumidores devem ser restituídos da cobrança mensal indevida de ICMS sobre as tarifas (TUST, TUST e Encargos Sociais) na conta de luz elétrica dos últimos  cinco anos.

Concessionárias estatais e privatizadas – de todos os Estados brasileiros – imprimem os boletos acrescentando impostos que não são de responsabilidade de seus clientes. Os consumidores chegam pagar até 60% mais caro.

Assim, há de ser detidamente analisado se há exorbitância de atuação ou não por parte da Energisa, assim, da mesma forma Com base nesse entendimento, referências à interpretação do conceito de ato danoso continuado, recorrente constituindo uma relação obscura entre fornecedor e consumidor.

Criticas

– Vejam o que disse o deputado estadual Jair Montes (PTC) ao criticar as ações abusivas da Energisa contra os consumidores: O parlamentar usou a tribuna, na sessão extraordinária da Assembleia Legislativa de Rondônia, para criticar duramente as ações abusivas da empresa Energisa, deflagrada contra os consumidores de Rondônia.

Deputado estadual Jair Montes

“Já me manifestei aqui nesta Casa, quando a empresa Energisa utilizou agentes da Polícia Civil em ações de combate aos gatos. O que o cidadão não pode ser é achacado. Tem uma Lei estadual que assegura que os cortes não sejam feitos em vésperas de feriado e de finais de semana, mas a empresa não respeita. Não podemos nos calar, não podemos deixar que essa ação vergonhosa permaneça”, destacou Montes.

No dia 15-07-2018, me dirigi até a loja da falecida Ceron para fazer uma reclamação referente a cobrança abusiva na conta de energia elétrica no valor de R$ 524,62 onde as mesmas não condizem com o consumo do estabelecimento já que informava que foi utilizado 537 kwh referente ao mês de agosto. Expliquei toda a situação a atendente que abriu um “chamado” para fazer uma vistoria no relógio e rever o valor das contas em questão; alguns dias depois, a empresa enviou uma equipe para fazer uma vistoria no local.

Para minha surpresa, após alguns dias, recebi uma correspondência da empresa informando que foi realizada uma vistoria com data de 06-08-2019 e neste comunicado fui informado que o consumo estava dentro da normalidade de uso. Não sei qual o critério utilizado pala empresa ao realizar essa vistoria. Porém, se eu tivesse um desvio na minha instalação o consumo deveria ser o mínimo possível e não o que está acontecendo e minha conta só aumentou; ou seja, que consumidor que se utilizaria de subterfúgio de desvio de energia e iria à concessionaria fazer reclamação?

Assim como não apoio essa prática que alguns utilizam de desvios, não quero pagar por algo que realmente não consumi e pior ainda, ficar com o nome negativado por não conseguir pagar uma cobrança desse porte?

Levando em conta a transparência e isenção entre cliente e fornecedor, gostaria de saber que tipo de relacionamento é esse? A própria empresa fornecedora realiza vistoria nos medidores de energia elétrica e não emite nenhum laudo técnico oficial que daria mais segurança, tanto para unidade consumidora, quanto para a empresa fornecedora!

Espero, sinceramente, que essa empresa seja tão rápida em resolver as reclamações dos consumidores como é na hora de gerar cobranças altíssimas para os clientes, o que não pode é todo mês o consumidor receber uma conta com valor acrescido e ter que pagar! É inaceitável que uma empresa desse porte seja tão irresponsável assim! Espero que tomem as devidas providências o mais breve possível, pois, toda às vezes em que estive lá para reclamar, a loja estava completamente lotada de consumidores fazendo as mesmas reclamações e na grande maioria, o mesmo problema.

Foto: www.correiodenoticia.com.br

Observa-se, no entanto, que não adianta tentar resolver o problema com essa empresa de forma amigável! Então, o jeito é procurar os meios legais e recorrer ao MP contra atitude irresponsável dessa empresa. Uma coisa é certa: nem todas as pessoas que consomem energia elétrica se valem do subterfúgio de desvio de energia; tem pessoas que gostam de fazer as coisas certas – mesmo que pessoas façam o que é errado, lembrem-se disso!

Em que pese o esforço hercúleo dessa empresa para assegurar, à todo custo, uma vultosa arrecadação, além da conservação de interesses de grupos enraizados nos setores públicos e privados, politicamente rentáveis, ainda não haja meios e medidas legais de conter os abusos recheado de supostas ilegalidade dessa empresa.

Sem falar nos apagões ocorridos no Estado de Rondônia e Acre, que deixam por horas os consumidores sem energia elétrica e que causam grandes problemas e transtornos à população. E a empresa sequer dá um esclarecimento plausível à sociedade rondoniense.

 

Fonte: da Redação/CNR

 

 

 

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